Jabes tem afirmado que o comprometimento da receita com a folha torna inviável a concessão de reajuste, posição confirmada pelo presidente do Tribunal de Contas dos Municípios, Paulo Maracajá, que chegou a alertar o prefeito para o risco de punições em caso de descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal.
Os servidores não se comovem com os números apresentados pelo prefeito e insistem na pauta de reivindicações. Já no desespero, Jabes apelou ao bispo diocesano Dom Mauro Montagnoli, que concordou em ser mediador na busca de uma solução. “Coloco-me à disposição para participar de qualquer encontro destinado a buscar uma saída e espero poder colaborar para que Ilhéus e sua população saiam desse impasse”, afirmou o religioso.
A vontade do bispo esbarra na resistência dos sindicatos, que fizeram assembleia hoje e ratificaram as reivindicações. Eles dizem que somente a assinatura do acordo da campanha salarial poderá encerrar a greve.
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